terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O AMOR de DEUS

“Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus”. I João 4:7
Se pudéssemos definir o estado emocional deste mundo, chegaríamos à conclusão de que é um mundo sem amor. É só sentarmos para assistir aos noticiários televisivos onde noticia após noticia revela um panorama de violências, discórdias, ódios, tragédias e mortes. Com todo avanço tecnológico, desenvolvimento industrial e econômico, pouco se tem melhorado, no que concerne à mudança no comportamento do homem. Nunca se cometeram tantas perversidades, maldades, como nestes tempos. Só no século passado ocorreram duas guerras mundiais, matando milhões de pessoas. O homem está cada vez mais perverso.
Por que o homem se encontra nesse estado espiritual? Por que muitos se têm odiado cada vez mais?
O homem se afastou do amor de Deus e se enveredou pelo caminho do pecado. O homem precisa conhecer o amor de Deus e experimentá-lo em sua plenitude.
Quem nunca experimentou o amor, não o conhece. Quem nunca foi amado não pode amar. Nossa capacidade de amar é maior e mais apurada quando recebemos amor. Quem não recebe amor é incapaz de amar ou o amor é difícil de ser estabelecido em sua vida. Só podemos suprir quando somos supridos, quando há reservas em nós, permitindo-nos doação.

Definindo os fundamentos do amor

É um sentimento de desejar sempre o bem de outra pessoa, não obstante às dificuldades de relacionamentos. No amor verdadeiramente ágape, não há restrições.
Os fundamentos do amor são: importar-se, doar-se (sacrifício), suprir as necessidades do amado, dar proteção, perdoar, renunciar…
O amor é um assunto inspirador, muitos poemas têm cantado suas belezas e também suas tristezas. São inúmeras as composições definindo o amor. (escritores seculares)
“Há um caminho melhor do que este. É o caminho do amor. O amor à semelhança da morte transforma tudo quanto toca. Os homens são atraídos pelo amor. As cousas semelhantes se atraem mutuamente. Os homens amam quando são amados, e odeiam quando são odiados”.
“Pois o limite de pedras não pode conter o amor, e o que o amor pode fazer, isso ousa tentar”. (Romeu e Julieta; Shakespeare).
“Não há nunca amor perfeito sem tortura e sem cuidado. Amar é Ter Deus no peito, outra vez crucificado”. (Augusto Gil, Porto, Portugal. 1873-1939).
“Todos nós nascemos para amar… Esse é o princípio da existência e sua única finalidade”. (Benjamim Disraeli).
“O amor concede em um momento o que o trabalho não poderia obter em uma era”.(Goethe)
“Se queres ser amado, ames”. (Hecato, Fragmentos, 550 a. C).
“O amor é o símbolo da eternidade. Apaga a memória de um começo e todo o temor de um fim”.(Madame Stael, Corinne).
“O químico que pode extrair de seu próprio coração os elementos de compaixão, de respeito, de anelo, de paciência, de lamento, de surpresa e de perdão, compondo-os em um só, pode criar aquele átomo que se chama amor”. (Kahlil Gibram).

Vários poemas bíblicos definindo o amor
“Ninguém tem maior amor do que este de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos”.João 15:13.
“No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo”.I João 4:18.
“Não me instes para que te deixe, e me obrigues não seguir-te, porque aonde quer que fores, irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei, eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus”. .Rute 1:16.
“As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios afogá-los”. Cantares 8:7.
“Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de Ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”. Romanos 5:8
A grandeza do amor de Deus impeliu o apóstolo Paulo a escrever o seu poema imortal que está em I Coríntios 13. Creio que não há outro tão descritivo sobre o amor como o relatado nestas linhas Sagradas da Palavra:
As virtudes do amor. Vs. 4 O comportamento do amor. Vs. 5,6 A resistência do amor. Vs. 7; Cantares 8:6 A durabilidade do amor. Vs. 8 A grandeza do amor. Vs.13

A origem do amor

Deus é amor. Ele é a própria substância, a plenitude e a totalidade do amor. I João 4:8 Deus é a própria essência do amor. Ele ama por que é amor, não faz nenhum esforço para isso.
Portanto, só ama verdadeiramente aquele que nasceu de Deus, porquanto o “amor cristão” é uma qualidade eminentemente espiritual. (I João 4:7). Igualmente, aqueles que não amam não conhecem a Deus (I João 4:8) porque Deus é a própria essência do amor, sendo altruísmo puro.

AS SETE FACES DO AMOR DE DEUS
1. Amor sem interesses. (Não pelo que somos; que temos; ou que fazemos) 2. Amor sem discriminação. (Deuteronômio 10:17) 3. Amor sem falsidade. (Hebreus 13:8) 4. Amor com fidelidade. (II Timóteo 2:13); 5. Amor compromissado. (Números 23:9); 6. Amor com intensidade. (Jeremias 31:3); 7. Amor sacrificial. (João 3:16)

A declaração do amor de Deus em Isaías 43
A prova do amor. Vs.2 O preço do amor. Vs.3,4 Os olhos do amor. Vs.4 A declaração do amor. Vs.4 ( Jer 31:3)
Deus é amor e tem se manifestado aos homens de diversas maneiras: Através de sua criação, da provisão, da saúde, e da vida. O amor de Deus foi personificado e provado na pessoa e na obra de Jesus Cristo, que veio e morreu pelos nossos pecados. Romanos 5:8,9
O amor de Deus nos dá a verdadeira razão de viver em um mundo de paz, fraternidade, sem ódio, sem violência.
Você já pensou quanto você é especial, amado e valorizado por Deus? Você tem correspondido a esse amor de Deus em sua vida?
Deus ama porque é Pai e seus propósitos para nós são sempre os melhores e os maiores.
Feche seus olhos por um momento e contemple apenas com seu coração, o Pai amoroso que te atrai para seus braços. Junto a Ele há plenitude de amor, de esperança e de vitória.
Abra seus olhos agora e contemple aqueles que o rodeiam. Lembre-se que assim como você, eles também são alvos desse amor ilimitado e infinito. O amor de Deus é assim, grandioso, em seu coração não há limite de lugares, todos são bem vindos. Não há exclusividade, mas há um lugarzinho especial dedicado a cada um de nós, onde os entrelaçados laços de afetos são estabelecidos do coração de Deus para o nosso.
Sabe você não pode ficar de fora. Venha e mergulhe nas águas desse amor, envolva-se e deixe que todo o teu ser seja tomado e aí, você aprenderá e decidirá a amar como Ele ama.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Mansidão

O QUE NÃO É MANSIDÃO?     
È totalmente diferente de se depreciar!
Veja as quatro ilustrações a seguir:


1ª) Existem “irmãos” que vivem dizendo: Eu não sou nada, sou menos que um verme; não olhe para a minha vida, etc...
Isto não é mansidão, e sim, falsa humildade!


2ª) Outro caso é daquele irmão bem relaxado; largado e desorganizado. Quando exortado, ele logo afirma: Eu sou humilde!
Triste é que muitos irmãos realmente acham que este tipo de gente é humilde.


3ª) Quem já ouviu aquele tipo de oração lastimosa e triste, quando aquele que está orando fala assim: Oh! Deus! Eu sou um porcaria; um monte de esterco; pior do que uma mosca...
Este é um tipo de hipocrisia.


4ª) O ultimo caso é daquele pastor, ou membro de igreja, que deixa tudo “correr frouxo” na sua igreja ou em casa, e as pessoas comentam ao seu respeito: Que homem humilde! Como ele é manso! Não briga com ninguém.


Os casos acima são exemplos de depreciação a si próprio, relaxamento e frouxidão!
Isto é pecado!

Ser manso não significa ser frouxo, se depreciar ou ser relaxado; muito menos falta de autoridade. Você pode muito bem chamar à atenção de alguém sendo manso( IITm 2.24-26).

O MAIOR EXEMPLO
Sem dúvida alguma, o maior exemplo de mansidão está no Senhor Jesus. Ele disse: “aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração...” {Mt 11.29(b)}.
Repare bem neste texto: A humildade vem do coração, do interior, de dentro para fora; e a mansidão expressa o que há neste coração humilde.
Veja também o texto de Mt 21.5.



A MANSIDÃO E A EDUCAÇÃO
Ser manso também é uma questão de educação, estas coisas estão ligadas.
Preste bastante atenção:
Mansidão é diferente de educação;
Educação é diferente de cultura.
A cultura é a gama de conhecimentos que você adquire na vida sendo instruído. A educação vem de “berço”.
É possível ter cultura e ser mal-educado. Ex: Um médico ignorante; um político que trata mal o empregado, etc...
É possível não ter cultura e ser educado. Ex: Um analfabeto que sabe se portar diante das pessoas.
A pessoa pode ser mansa independente da cultura ou da criação; haja vista isto ser uma obra do Espírito Santo. Ninguém adquire mansidão na escola ou em casa, entretanto, uma pessoa mansa sempre agirá com educação e respeito ( I Tm 5.1-3); o cristão manso é educado pela Palavra de Deus e o poder do Espírito!
É inconcebível um cristão mal educado, que não sabe pedir por favor; toca em assuntos em hora errada; deixa as pessoas em situação difícil; etc...



A MANSIDÃO E O SUPORTAR
A mansidão, como qualquer outra qualidade do fruto do Espírito, está interligada às demais. Para ser manso, devemos ser também longânimes, amorosos e ter domínio próprio.
O crente deve aprender a “engolir sapos”, suportando as fraquezas do próximo para então ser tido como manso.Leia Ef 4.1-3; Cl 3.12-14 .

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Obediência e Fé

O livro de Romanos é uma das mais ricas e difíceis epístolas de Paulo. Ela mostra claramente o problema do pecado e a única solução: a graça de Deus através de Jesus Cristo. Paulo argumenta eficazmente que ninguém será salvo por obediência à lei do Velho Testamento. A salvação é pela fé.
Infelizmente, alguns destorcem esta ênfase na fé para tentar negar a necessidade de toda obediência. Paulo mostra claramente que somos salvos pela fé e não pelas obras de mérito, isto é, jamais podemos ganhar nossa salvação. Ele não sugere, contudo, que a salvação é possível fora de nossa obediência. Onde muitos têm tentado separar a fé da obediência, Paulo liga-as. A fé verdadeira é fé obediente. Considere três textos em Romanos que demonstram esta importante relação da fé com a obediência.:

"...por intermédio de quem viemos a receber graça e apostolado por amor do seu nome, para a obediência por fé, entre todos os gentios" (1:5).

"Mas nem todos obedeceram ao evangelho; pois Isaías diz: Senhor, quem acreditou na nossa pregação? E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo" (10:16-17).

"... e que, agora, se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações" (16:26).

Fé e obediência são tão inseparáveis que as palavras são mesmo usadas uma pela outra. Compare estes dois comentários de Paulo:

"Primeiramente, dou graças a meu Deus, mediante Jesus Cristo, no tocante a todos vós, porque, em todo o mundo, é proclamada a vossa fé" (1:8).

"Pois a vossa obediência é conhecida por todos; por isso, me alegro a vosso respeito..." (16:19).

O que podemos aprender? Se cremos verdadeiramente em Jesus, vamos obedecê-lo sem hesitação. O verdadeiro discípulo não tem motivo para separar o que Deus uniu. Fé e obediência não funcionam independentemente. Tiago nos diz o que acontece se tentamos separá-las: "Porque, assim como o corpo sem espírito é morto, assim também a fé sem obras é morta" (Tiago 2:26).

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Oração a fonte de poder do Cristão


"Fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder, orando em todo o tempo com toda oração e súplica"
(Ef. 6:10, 18)

A falta de oração tem sido a razão do fracasso de muitos que se envolvem com o reino de Deus, confiando nas suas experiências e em seus conhecimentos, esquecendo-se que o diabo rir de nossas estratégias, zomba da nossa sabedoria mas treme quando oramos. A vida sem oração é realmente uma vida sem poder.
Uma breve leitura da sagrada escritura é suficiente para concluirmos que a falta de oração é um desastre, observamos isso através de alguns exemplos descritos na palavra de Deus; o caso de Saul no velho testamento e Judas no novo, esses não tinham a prática de orar e tiveram um fim fracassado. O verdadeiro Cristão sabe que orar é estender toda a sua incapacidade e a de outros em nome do Senhor Jesus Cristo, perante os olhos do Deus todo poderoso, que tudo sabe, tudo pode e responde, conforme o profeta descreve: "Clama a mim, e responderte-ei, e anunciarte-ei coisas grandes e firmes que não sabes" (Jr. 33:3). Muito mais que um vasto mar sem limites, assim é a infinita vontade que Deus tem de responder aos mais fracos sussurro, do mais frágil Cristão, uma vez que proceda de um coração contrito, quebrantado e purificado. Está aí o porque do salmista nos convidar a confiar nele em todos os tempos"Confiai nele ó povo , em todos os tempos; derramai perante ele o vosso coração. Deus é o nosso refúgio" (Sl. 62:8).

Daniel era um homem confiante no Senhor, não desperdissava seu tempo, preferia passar uma noite com os leões do que um dia sem oração. Muitos acreditam no poder da oração e gostam de ouvir falar nele, mas poucos de fato oram. Já é tempo de despertarmos do sono, pois a hora é chegada, os tempos são difíceis em todos os sentidos da vida, mas apesar de tudo graças a Deus ainda existe aqueles que verdadeiramente conhecem e fazem uso da oração como a principal fonte de poder, e assim podem dizer: "Em tempos de cuidado e dor, refúgio tenho em meu Senhor; vencendo o ardíu e a tentação, bendigo a hora de oração."
Amados, os homens podem até desprezarem os nossos apelos, rejeitarem as nossas mensagens, opor-se aos nossos argumentos, fazerem pouco caso da nossa pessoa, mas eles não tem defesas contra as nossas orações. Que Deus nos ajude para que tenhamos uma vida de oração. No amor de Cristo

Deus é maior que o meu medo

“O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio de quem terei medo?”, Salmos 27.1.

I – O que é o medo?

1 – O medo é uma interrupção súbita do processo de RACIONALIZAÇÃO.
A primeira coisa que nos acontece quando sentimos medo é uma interrupção súbita do processo de racionalização, perdemos a capacidade de racionalizar uma situação qualquer. O medo, em princípio, tem a capacidade de evitar que façamos algo mentalmente. Ele cria uma situação de impasse e pára qualquer processo mental. O medo como sensação é uma parada súbita de todos os processos de motivação.
As maiores causas de acidentes e de mortes é o comportamento que temos perante o medo, e não ele em si.
Pense na seguinte situação: se estivermos caminhando de noite por um caminho e, de repente, o caminho termina abruptamente, existe uma depressão de 50 metros e, sem sabermos, vamos chegando ao precipício e sentimos medo, o que fazer? Parar. O medo paralisa, inibe. Então a primeira coisa que vamos fazer é nos determos antes de cair no precipício. Isso é o medo, nem mais nem menos. Em princípio isso é bom, essa parada súbita é boa porque no fundo o que está acontecendo é um sinal de que há um risco e, até não sabermos o que é isso, é melhor ficarmos quietos. 

2 – O medo é uma força que tem como objetivo evitar PERIGOS de qualquer natureza.
Funciona como um sinal que interrompe qualquer ação precipitada. Em termos concretos e objetivos, o medo é isso e não tem nada a ver com as reações acontecidas perante ele, que, no nosso caso, por razões culturais, não são naturais.

3 – O medo é uma reação PROTETORA e SAUDÁVEL do ser humano.
Essas reações naturais trabalham a favor do instinto de sobrevivência, tanto do corpo quanto da mente. O medo existe de forma independente das pessoas, ou seja, há algo em nós e também fora de nós que se chama medo, e que tem uma função na natureza como poderia ter o Sol, a Lua, a Água, a Terra ou qualquer elemento.
Nossa cultura não só não nos preparou para enfrentar o medo, mas também nos ensinou a ter medo dele, e, por isso, reagimos mal. O medo faz parte da natureza e tem como função proteger, por incrível que possa parecer.
O medo “normal” vem de estímulos reais de ameaça à vida. A cada situação nova, inesperada, que representa um perigo, surge o medo.
Todo mundo teme algo – assaltos, aviões, seqüestro, doença, dentista, cirurgia, dor, solidão, entre outros.
A intensidade do medo será intensificada pelo histórico de vida de cada um.

II – O que fazer diante do medo?

Diante de nossos pavores, só temos duas saídas:
- FUGIR – nos escondermos em um canto com úlcera e ansiedade
- LUTAR – fazemos um esforço e enfrentamos o perigo.
Ou seja, diante de uma situação de perigo, só nos restam duas alternativas: lutar ou fugir. Em princípio, lutar pode ser uma reação positiva. Isso não quer dizer que fugir seja uma reação negativa. Tudo depende da situação.
Quando há uma situação de ameaça real a sua vida, o medo não é uma reação patológica, mas de proteção e autopreservação.
Situações reais de perigo exigem discernimento.
É preciso lembrar que nosso inconsciente não diferencia fantasia de realidade, passado e presente.
O medo nasce da associação que nossa mente estabelece com experiências ameaçadoras que ocorreram, sem discernir que não irão ocorrer mais. E se esse seu pensamento continua presente, sua mente irá acreditar nisso como real.
Nossos temores podem aparecer de associações que fazemos ao longo da vida.

III – Atitudes necessárias diante do medo:

1 – Procure descobrir o que o MEDO simboliza para você.
O que o medo representa para você? Acontece com o medo o mesmo que com outros sentimentos: quanto mais o negamos, mais poderoso ele se torna.
“Quando homens maus avançarem contra mim para destruir-me, eles, meus inimigos e meus adversários, tropeçarão e cairão” (v. 2) 

2 – EXPLORE seu medo.
Descubra o que está por trás dele. Desenvolva o sentimento de autoconfiança.
“Ainda que um exército se acampe contra mim, meu coração não temerá; ainda que se declare guerra contra mim, mesmo assim estarei confiante” (v. 3).
Se tiver dificuldade em fazer isso, busque ajuda profissional.

3 – Desenvolva a sua CONFIANÇA em Deus.
Confiar em si mesmo não é suficiente. Você precisa reconhecer que Deus está no controle e que vai estar contigo nos momentos de perigo.
“Uma coisa pedi ao Senhor; é o que procuro; que eu possa viver na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a bondade do Senhor e buscar sua orientação no seu templo. Pois no dia da adversidade ele me guardará protegido em sua habitação…” (v. 4 e 5b).
“Ainda que me abandonem pai e mãe, o Senhor me acolherá” (v. 10).

4 – Adquira um sentimento de ESPERANÇA.
“Apesar disso, esta certeza eu tenho: viverei até ver a bondade do Senhor na terra” (v. 13).
“Espere no Senhor. Seja forte! Coragem! Espere no Senhor” (v. 14)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Tendo JESUS, temos tudo



João 14.6

O Senhor Jesus veio ao mundo para ser tudo para todos que crêem, até que ele seja tudo em todos, tudo para todos.


Tudo o que precisamos está em Jesus e fora dele não há o que vale a pena. Toda a essência da vida está em Jesus. A palavra de Jesus neste texto foi dita em um contexto de afirmação de sua missão como salvador. Era o penúltimo dia seu como ser humano. Ele estava para enfrentar a morte. Ele estava para ser feito sacrifício em favor de pecadores. A sua vida e sua obra foram dádivas de Deus para a nossa mais plena redenção.
A sua vida foi a graça de Deus se manifestando na desgraça do mundo.
Nossa confissão de fé nele nos garante:


1 – TEMOS UM SALVADOR – “ eu sou o caminho...”
Ele diz que é o caminho, ou seja, ele é o meio que temos para Deus. É o caminho para a salvação.
Ele é o libertador do pecado, e nos tirou da condenação eterna. Ele morreu para nos salvar resgatar da condição de pecadores condenados.
Ele é a manifestação da graça de Deus que nos amou e providenciou salvação aos pecadores. Ele é a provisão de Deus para quem se encontra na escuridão do pecado e sem a direção e sem o saber o caminho da salvação. Tendo Jesus, temos um salvador. Quem tem Jesus tem um salvador, tem o salvador. Quem tem Jesus tem a salvação. Salvação eterna, salvação que não perde. Salvação garantida. Nada nos salva, a não ser Jesus. Nada pode ser acrescentado à salvação, pois tendo Jesus, tem-se a salvação eterna. Gratuita, imerecida e segura.


2 – TEMOS UM SENHOR – “eu sou a verdade...”
Ele diz que é a verdade. Verdade para um mundo confuso. Verdade para um mundo enganado; primeiro pela mentira do diabo, e também pelas mentiras dos homens.
O diabo enganou o ser humano, ao oferecer a autonomia. O ser humano se engana ao aceitar a ilusão da independência. A humanidade se engana ao criar religiões. Jesus traz a libertação de todo engano, para vencer todas as mentiras.
Jesus conquistou o senhorio sobre todo o universo.
Ele tem o direito sobre toda a criação. Ele tem a primazia.
Ele tem o direito sobre a vida.
Ele tem o direito sobre a nossa vida.
Ele na cruz, venceu aquele que se achava o maior conquistador. Ele conquistou o conquistador. Ele é o maior vencedor. Na cruz, Jesus destronou o diabo e agora é o Senhor. Na cruz, Jesus conquistou o mundo para si. Aquilo que foi oferecido pelo diabo no monte mais alto, foi conquistado na cruz. Tendo Jesus, temos um Senhor. Um verdadeiro Senhor. Não um Senhor que escraviza, aprisiona, mas um Senhor que liberta. Ele é Senhor para libertar. A sua verdade nos liberta do falso senhor e dos falsos senhores – humanos e espirituais.


3- TEMOS PODER SOBRE A MORTE – “eu sou a vida...”Ele diz que é a vida. A morte, foi a conseqüência do pecado. A morte foi o salário do pecado. O ser humano foi colocado sob a lei da morte. O pecado matou a vida do ser humano. Toda a decadência veio pelo pecado. O caos humano, o caos do mundo, as dores do mundo, a angustia que assolou a existência da humanidade, que marcou a vida humana foi a obra de arte do pecado. A morte foi lançada sobre o destino humano. Não apenas a morte física, mas todas as mortes. A decadência atingiu todas os projetos humanos, todos os sonhos, todos os caminhos da vida.
Jesus veio para dar vida. Se o pecado trouxe a morte, Jesus veio para vencer a morte.
Na cruz Jesus conquistou a morte e conquistou poder sobre o poder da morte. A sua ressurreição foi o grande triunfo sobre a morte. A sua ressurreição foi a grande vitória da vida. A morte de Jesus venceu a morte. A morte foi vencida na morte de Cristo. Tendo Jesus temos poder sobre a morte. Temos poder sobre todas forças decadentes da vida.


4- TEMOS UM DEUS VIVO – “ninguém vem ao Pai a não ser ...”
Ele disse que por meio dele podemos ir ao Pai.
Em Jesus temos um Pai. Não apenas um criador, pois passamos da condição de filhos criados, para a condição de filhos herdeiros. Somos adotados com todos os direitos da casa. Temos direitos à casa do Pai e na casa do Pai. Não somos mais rejeitados, alienados, perdidos ou desamparados. Em Jesus fomos adotados. Pertencemos à família eterna, do Pai eterno. O pecado nos afastou do Pai, nos fez ingratos, nos fez rebeldes. Em Jesus fomos reconciliados e temos um Pai que cuida de nós. Um pai que nos recebe. Um pais que não nos rejeita.


5- TEMOS VIDA PLENA E ABUNDANTE .- ...em mim”
Temos o que precisamos “nele”. Ele é a provisão para nossa vida. Ele é a provisão para a nossa vida.
Por tudo isso, a vida cristã é uma vida abençoada.
Esta vida, é a vida eterna. E a vida que temos “em seu nome”.
A vida cristã não é um fardo.
Ele nos prometeu vida abundante. Não podemos viver num vazio, no vazio espiritual, pois ele é a vida. Temos vida nele. Temos tudo nele.
A vida abundante é isso . Não são riquezas materiais. Não é uma vida de conforto. Não uma “vida boa” segundo o mundo. A vida abundante, não é o que as pessoas chamam de “mar de rosas”. A vida abundante é vivida no meio dos desafios do mundo. Dos desafios das dores. Dos desafios da vida. A vida abundante surge no meio das crises.
Em Jesus temos vitórias. Não as vitórias patéticas dos “falsos prósperos”. Não vitória patética da fé na fé. Não a vitória triunfalista dos desejos egoístas, dos testemunhos da fé egoísta, dos testemunhos shows.
A vida vitoriosa é ter o com do céu presente no dia a dia. É ter alegria de ser salvo. É ter alegria ter estar vencendo o mundo. De estas vencendo o mal. De estar vencendo a carne, o diabo e todos os poderes do inferno.

Quem tem Jesus, tem o melhor de Deus, que já veio e está presente no coração de quem creu e crê.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Louvor e Adoração a DEUS


 Salmo 150:
1 Aleluia! Louvem a Deus no seu santuário, louvem-no em seu magnífico firmamento.
2 Louvem-no pelos seus feitos poderosos, louvem-no segundo a imensidão de sua grandeza!
3 Louvem-no ao som de trombeta, louvem-no com a lira e a harpa,
4 louvem-no com tamborins e danças, louvem-no com instrumentos de cordas e com flautas,
5 louvem-no com címbalos sonoros, louvem-no com címbalos ressonantes.
6 Tudo o que tem vida louve o Senhor! Aleluia!

João 4:
23 No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura.
24 Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.


O que é Louvor? De acordo com o Aurélio, louvar é exaltar, enaltecer, glorificar, aplaudir, bendizer... Exaltar é tornar alto, elevar, erguer, celebrar, engrandecer...
Louvor é isso. É festa. É alegria. É regozijo. É exaltação. É comemoração de tudo o que Deus fez por nós. É demonstração de gratidão a Deus pelas grandes coisas que ele fez, faz e ainda fará.


Adoração é: ato de adorar, culto, reverência, veneração. Adorar é render culto; reverenciar, venerar; amar extremosamente, idolatrar.
Reverenciar é tratar com reverência, venerar, honrar; obedecer; acatar, respeitar. Reverência é respeito marcado pelo temor ao que é sagrado.
Em espírito é mentalmente; em idéia; em pensamento; sem participação do corpo. Em verdade é conforme a verdade; verdadeiramente; na realidade; de verdade; na verdade
Vamos examinar minuciosamente isso?

Por quê Devemos Louvar a Deus?
  • Por sua majestade. (Salmos 96:1)
  • Por sua glória. (Salmos 138:5)
  • Por suas excelências. (Salmos 148:13)
  • Por sua grandeza. (Salmos 145:3)
  • Por sua bondade. (Salmos 107:8)
  • Por sua misericórdia. (Salmos 89:1)
  • Por sua longanimidade e veracidade. (Salmos 138:2)
  • Por sua salvação. (Salmos 18:6)
  • Por suas maravilhosas obras. (Salmos 89:5)
  • Por suas consolações. (Salmos 42:10)
  • Por seus juízos. (Salmos 101:1)
  • Por seus conselhos eternos. (Salmos 16:7)
  • Porque ele perdoa o pecado. (Salmos 103:1-3)
  • Por sua proteção. (Salmos 71:6)
  • Por seu livramento. (Salmos 40:1-3)
  • Por sua resposta às orações. (Salmos 28:6)

Por quê Adorar a Deus?
Por tudo que o louvamos, e:
  • Porque ele é Digno. (Salmos 18:3)
  • Porque ele é Justo. (Salmos 145:17)
  • Porque ele é Santo. (Salmos 99:9)
  • Porque ele é Soberano. (I Timóteo 6:15)
  • Porque ele é Absoluto. [(Salmos 135:5)]
  • Porque ele é DEUS. [(Isaías 44:10; 45:6)]
  • Porque ele é Deus e não há outro. [(Isaías 43:10-13)]

Quem Louva e Adora a Deus?
  • Os anjos (Salmos 103:20)
  • Os santos (Salmos 30:4)
  • Os gentios (Salmos 117:1)
  • Os filhos de Deus (Salmos 8:2)
  • Os exaltados e os humildes Jovens e idosos (Salmos 148:1-11)
  • Todos os seres humanos (Salmos 107:8)

Como Devemos Louvar e Adorar a Deus?
Devemos entender que ninguém louva ou adora a Deus por vontade própria. É Deus quem escolhe e elege seus adoradores. Adorar é a razão primordial e mais profunda do seu relacionamento pessoal com Deus. E em todo relacionamento entre Deus e o homem, a iniciativa parte sempre de Deus.
Como ajoelhar-se ou prestar submissão envolvem o aspecto humano, as raízes da adoração bíblica devem ser procuradas não nas emoções humanas, mas no relacionamento divinamente estabelecido entre Deus e o homem. Que emoções e reações humanas estão envolvidas no ato de adoração, é algo inegável, naturalmente. Admiração, temor, gratidão e amor são emoções que devem ser experimentadas na adoração. O que se deve ressaltar, porém, é que elas não constituem a essência da adoração.
Biblicamente, o começo da adoração está em Deus e não no homem. Está em quem deve ser adorado e não no adorador.
Deus declara sobre si mesmo, na Bíblia, como o Deus vivo que existe de eternidade a eternidade; que criou o mundo, que criou o homem à sua imagem e se pôs em posição de relacionamento com ele. Deus julga as falhas humanas e salva o homem dos seus pecados. Deus controla o destino do homem. Deus diz o que o homem pode e o que o homem não pode fazer.
Se a adoração envolve amor, é o amor a Deus. Se há admiração, essa admiração é a admiração a Deus. Se há louvor, é o louvor a Deus. Se a adoração é uma reação humana, trata-se de uma reação do homem ao Deus vivo que se fez conhecido do homem através de suas obras, de suas palavras e de seu Filho Jesus Cristo, que se fez homem e se deu a si mesmo como sacrifício definitivo capaz de reatar a relação do homem com Deus (rompida pelo pecado) e restabelecer no homem a condição para a qual ele foi criado. [Devemos adorar a Deus] por isso: Porque Jesus esteve aqui.
Porque Jesus morreu por nós e se fez caminho,elo, jeito e condição definitiva de ligação entre o homem e Deus, é que na antigüidade
Deus era adorado através da oração, dos sacrifícios, nas festividades religiosas, no tabernáculo, na arca da aliança, no sábado (que era guardado como sinal de adoração a Deus em memorial da criação), no templo, nas sinagogas e através dos mais diversos simbolismos que o homem utilizava para demonstrar respeito, amor, honra e adoração a Deus; e hoje, nós adoramos a Deus Pai, na figura do Filho, através da atuação do Espírito Santo em nós.
Adorar e louvar, [portanto, são diferentes, por isso] é preciso distinguir a tênue característica que diferencia uma coisa da outra. É uma questão de postura: uma para louvar e outra diferente para adorar.
Louvor é festa. Adoração é reverência.
Louvor é júbilo. Adoração é respeito.
Louvor é regozijo. Adoração é contrição.
Na hora do louvor é hora de festejar a Deus pelos seus grandes feitos. Na hora da adoração, é hora de postar-se diante da maior autoridade que existe, que era, que é e que há de vir. É hora de prostrar-se diante do Rei dos Reis, do Senhor dos Senhores, do Deus de toda a terra e se fazer contrito, humilde, silencioso e atento para ouvir o que ELE tem para falar. É hora de reverenciá-lo. É hora de cultuá-lo. É hora de ouvir.
Louvar é celebrar com júbilo. Adorar é prostrar-se diante do Pai em espírito e em verdade.
Quando Deus mandou construir um templo para si, ele determinou que cada detalhe fosse feito exatamente do jeito que ele queria. Ele determinou o tamanho do pátio, do átrio, do altar e do lugar santíssimo. Determinou as medidas das portas, das janelas, das cortinas, dos adornos, tudo...
Ele cuidou de cada detalhe. As figuras e os fatos do Antigo Testamento, sempre simbolizavam o que seria o Novo Testamento. A antiga aliança retratava a nova aliança. Abraão oferecendo Isaque em sacrifício era uma antevisão do sacrifício de Jesus no Calvário. O cordeiro oferecido por Deus em lugar de Isaque era a demonstração clara de que Deus providenciaria o Cordeiro definitivo para ser sacrificado no lugar do homem. Deus não determinou cada detalhe do templo e como seriam feitas as coisas dentro desse templo, por acaso. Ele expressou exatamente o que ele queria e ainda quer.
A grande diferença é que na antiga aliança Deus exigia que o homem fizesse no plano físico tudo o que era necessário à propiciação e à adoração e havia uma barreira intransponível entre Deus e o homem. Havia o véu do templo. Só o sumo sacerdote, uma vez por ano, podia ir ao lugar santíssimo levar as reivindicações do povo e trazer a resposta de Deus.
Pois bem... Jesus veio. Rasgou o véu do templo. Religou o homem a Deus. Resgatou o homem para Deus. E restabeleceu o relacionamento livre entre o homem e Deus. Ele fez mais que isso. Ele instituiu a Nova Aliança entre Deus e o homem. E uma aliança para ser nova, tinha que ter alguma coisa diferente da antiga. E a diferença está exatamente aí.
Se a Antiga Aliança continha várias formas de relacionamento com Deus no plano físico, na Nova Aliança, esse relacionamento se transporta totalmente e se sublima no plano espiritual. Samuel já antevia isso quando disse: "Eis que o obedecer é melhor do que sacrificar, e o atender melhor do que a gordura de carneiros." (I Samuel 15:22), salientando claramente que a atitude interna é muito mais importante que a atitude externa durante o culto, o louvor e a adoração.
É nessa Nova Aliança que, nesse relacionamento espiritual com Deus, que o Espírito Santo te transforma em TEMPLO. E nesse templo tem o átrio, tem o lugar santo e o lugar santíssimo. Por analogia, quando você louva, canta hinos que exaltam, enaltecem e glorificam a Deus, você está no átrio... Você caminha para o lugar santo quando apresenta a Deus a sua oferta de sacrifício e gratidão pelo que Ele fez, faz pessoalmente por você. Enquanto está no átrio e no altar, você dá testemunho e agradece ao Pai por todas as coisas, canta hinos que exaltam e hinos de gratidão a Deus.
Caminhando ainda nesse templo... não existe mais o véu da separação e você pode entrar no lugar santíssimo e chegar bem de frente ao Pai e prostrar-se diante dele, declarar seu amor a Ele, reverenciá-lo, adorá-lo e beijar a Sua face. É quando você canta os hinos nos quais você fala diretamente ao Pai, de frente para Ele. Como você deve estar internamente? Reverente, temente, humilde, contrito, em espírito e em verdade. Aí você estará pronto para ouvir o que Deus tem para falar com você.
Até agora, nesse caminhar no templo, você estava apenas se preparando para isso: Chegar diante do Pai!!! Prostrar-se diante dEle, adorá-lO e ouvi-lO. Se você realiza um culto a Deus e não consegue caminhar até o lugar santíssimo, você não realiza completamente esse culto. Você perde boa parte do seu tempo e não tem a chance de beijar a face do Papai do Céu.
Que você entenda e capte sinceramente o que Deus me incomodou para dizer a você. Que você aprenda a caminhar com desenvoltura dentro desse templo que está dentro de você mesmo e que você percorra sempre e cada vez mais o caminho que te leva à presença soberana do PAI CELESTE, ao lugar santíssimo, à sala do trono...
Em Espírito e em Verdade!